Acumulación de capital y acción política de la clase terrateniente

Acumulación de capital y acción política de la clase terrateniente

Instituto de Ciencias

Acumulación de capital y acción política de la clase terrateniente

A greve agricola desencadeada março 2008 foi estabelecido como um dos mais importantes na longa história de conflitos agrários. Entre as suas muitas conclusões, destaca-se o fato de que foi configurado como gatilho vários debates de longa data dentro sociologia rural para a opiniaão pública, como a evolução da estrutura social agrária e caracterização dos sujeitos que conformam, poder social que estes têm pronto acesso e representação de identidades rurais, só para citar aqui abordado. Estes são, em suma, as questões que sustentam a pesquisa aqui apresentada.

Mais especificamente, aqui vamos nos concentrar sobre a ação política de uma das associações em causa: a Sociedade Rural Argentina (SRA). Sobre ela percebeu, como veremos mais tarde, reivindicações conflitantes: se, por um lado, afirma-se que esta é uma entidade extremamente poderosa no outro postula-se que o seu período de maior potência já foram no passado. O principal objetivo desta pesquisa, portanto, é analisar o poder que tem sobre um período de tempo relativamente longo: as quase duas décadas que trascendem entre a assunção da presidência da Menem em 1989, e na década governos neoliberais que foram bem sucedidas, e o conflito de 2008.

A fim de avançar-lo , començamos a dizer que o poder que caracterizou as ações da organização em questão só pode surgir de assuntos sociais representados por ele. Neste sentido, vamos tentar mostrar que, apesar da sua base social é composto geralmente por pessoas que simultaneamente satisfazem o carácter de capitalistas e latifundiários, a ação politica da organização é exercido principalmente em nome da última classe. A hipótese que orienta essa tese, nesse sentido, tem como ponto de partida o fato de que SRA assume a representação política da fração agrária Pampas da classe latifundiária Argentina, e afirma que, como tal, carrega poderes este último, no contexto da forma específica de capital acumulado na Argentina.

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