Dispositivos, resistencias, modos de politizacion. Un estudio sobre la relaci...

Dispositivos, resistencias, modos de politizacion. Un estudio sobre la relaci...

Instituto de Ciencias

Dispositivos, resistencias, modos de politizacion. Un estudio sobre la relacion capital-trabajo en grandes empresas.

Esta tese analisa as singularidades que a relação capital-trabalho adota em grandes empresas do setor de serviços. Especificamente, grandes redes de supermercados e empresas terceirizadas de call center instaladas na Grande Buenos Aires. A pesquisa é realizada entre 2001 e 2008. Com base na abordagem conceitual e empírica, definimos três eixos estruturantes para a análise: dispositivos empreendedores, resistências trabalhistas e modos de politização das organizações de trabalhadores.

Três dispositivos empresariais são construídos com base nas singularidades que a relação capital-trabalho adota nas empresas estudadas: 1) A exaltação da fragilidade do trabalho, 2) O exílio da alteridade, 3) Depleção imediata. Posteriormente definimos e fundamos certos campos de afetação que consideramos significativos para a abordagem das práticas de resistência: tempo, subjetividade e modo de existência coletivo. Cada uma dessas dimensões tenta tornar o ponto de partida desta pesquisa mais complexo: o fundamento das resistências está nas particularidades da força de trabalho, que é abrigada como uma potência em pessoas capazes de uma prática social. A transformação da força de trabalho em trabalho efetivo será o resultado de uma luta entre capital e trabalho que ocorre nos estabelecimentos comerciais. Sustentamos que essa transformação pode ser abordada a partir da distinção analítica de três trânsitos: a transformação do tempo do trabalhador em tempo de trabalho; a transformação do trabalho como subjetividade no trabalho objetivado e a transformação da existência serial-competitiva da ordem mercantil em cooperação antagônica nas empresas. Após essa fundamentação conceitual, fizemos uma abordagem empírica das práticas de resistência exercidas pelos trabalhadores das empresas estudadas.

Em função da reavaliação das práticas de resistência em torno da construção de modos alternativos de existência coletiva ao mercantil e à fábrica, dedicamo-nos a debater a forma de união e as diferentes experiências organizacionais dos trabalhadores. Definimos três modos de politização das organizações: 1) despolitização radical; 2) uma politização cercada; 3) uma politização molecular e perecedora.

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