Saberes, reformas y políticas penintenciarias. Argentina y chile en la primer...

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Instituto de Ciencias

Saberes, reformas y políticas penintenciarias. Argentina y chile en la primera mitad del siglo XX

Esta dissertação examina o movimento de reforma penitenciária na Argentina e no Chile durante a primeira metade do século XX. Levando em conta as perspectivas da história social e conectadas, a dissertação explora aqueles que se comprometeram com a transformação do sistema prisional e como tentaram modificá-lo. Documenta que, desde o início do século XX, políticos e burocratas, pertencentes a diferentes posições políticas e hierárquicas, exigiram a organização de um sistema prisional nacional e homogêneo. Este estudo argumenta que suas demandas criaram consenso em favor da aprovação da legislação, na década de 30, que previa a criação de duas agências estatais influentes e duradouras: a Direção Geral de Prisões do Chile e a Direção Geral de Institutos Criminais. Na Argentina. Essas instituições permitiram que profissionais reconhecidos no campo da medicina, direito e criminologia se unissem à burocracia estatal e empreendessem uma profunda reorganização da estrutura administrativa e das práticas cotidianas do sistema penitenciário. Por sua vez, essas agências promoveram através de diferentes mídias – periódicos acadêmicos, congressos científicos – o desenvolvimento local da ciência da criminologia em consonância com as tendências discutidas nos mais prestigiados centros acadêmicos internacionais. Finalmente, com base na consulta de uma variedade de fontes oficiais, revistas acadêmicas, resumos legais, debates e regulamentos legislativos, esta dissertação reconstrói e compara os movimentos de reforma prisional nestes dois países do Cone Sul, a fim de compreender as características compartilhadas no nível regional e as particularidades devido às peculiaridades nacionais

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