Las prisiones en la "Nueva Argentina": Reforma penitenciaria, representacione...

Las prisiones en la "Nueva Argentina": Reforma penitenciaria, representacione...

Instituto de Ciencias

Las prisiones en la "Nueva Argentina": Reforma penitenciaria, representaciones del castigo y usos politicos de las carceles en el peronismo clasico (1946-1955)

As prisoes na “Nova Argentina”: reforma penitenciária, representações do castigo e usos políticos das prisões no peronismo clássico (1946-1955
A tese analisa a reforma penal e as representações que a burocracia estatal construiu do castigo e dos condenados durante a primeira e a segunda presidências de Juan Perón, entre 1946 e 1955. Em primeiro lugar, examinam-se os antecedentes da reforma carcerária, em particular as políticas dos governos conservadores (1930-1943) em matéria penitenciária e penal, com o objetivo de iluminar as continuidades e rupturas existentes entre essa gestão e o peronismo. Depois, descreve-se minuciosamente a reforma penitenciária, explorando a carreira de Roberto Pettinato – o funcionário mais destacado do governo peronista neste campo – e reconstruindo o papel dos técnicos no delineamento da reforma e a profissionalização dos quadros estatais intermediários requeridos para implementá-la. Além disso, abordam-se as celebrações oficiais dentro dos estabelecimentos penitenciários, como uma das formas de dar publicidade a essa reforma. Em terceiro lugar, para compreender o significado atribuído ao novo sistema penitenciário pelo peronismo, são analisadas fotografias carcerárias, o que permite captar o sentido daquelas representações que excedem os discursos e a diversidade dos instrumentos utilizados pela propaganda governamental. Em último lugar, a tese aborda a questão da utilização política da prisão e as denúncias públicas dos presos políticos com o objetivo de abordar o papel de disciplinamento político que o governo peronista também atribuiu ao sistema penitenciário.
A tese analisa um corpus documental composto por fontes primárias de índole variada: relatórios ministeriais, relatórios da burocracia penitenciária, debates parlamentares, legislação nacional, revistas especializadas, livros e obras de funcionários governamentais, imprensa diária e partidária, assim como fotografias produzidas e publicadas por agencias estatais.

Suscripción al newsletter
Seguinos en